Mais de seis meses após seu lançamento no Brasil, as vendas do Playstation Vita não parecem melhorar. Tanto que previsão inicial de 16 milhões de unidades vendidas até o fim desse ano fiscal já caiu para 12 milhões. O motivo pode ser o óbvio aumento de smartphones e tablets como plataformas de jogos, o que gera uma concorrência enorme para o console; mas há também a sólida presença da Nintendo como principal fabricante de portáteis. E apesar de ter quebrado o domínio nintendista no mercado dos consoles domésticos, a Sony ainda não conseguiu fazer o mesmo com os portáteis.
Qualidades não faltam ao PS Vita: tela OLED de 5 polegadas com controle multitoque, sensores de movimento e tecnologia de realidade aumentada tornam a experiência do jogador extremamente imersiva. Mas tudo isso tem um preço, e não é dos mais acessíveis. Vendido a R$1.400, o Vita não é a primeira opção para grande parte dos consumidores. O concorrente Nintendo 3DS XL custa R$200 a menos.
Agora, se a Sony vai conseguir tirar a família DS do comando, só o tempo irá dizer.




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