Onze da manhã de um feriado de dia das crianças e lá estava eu no Expo Center Norte, como combinado previamente com meu namorado, para a BGS - abreviação de Brasil Game Show, uma feira destinada a amantes de Video Games.
Sem julgamentos, eu gosto de jogos. Era viciada em Mário Bros quando tinha meus 10 anos; acho o Xbox uma das coisas mais legais do mundo; adoro jogos de lutinhas
Gracinhas a parte, a feira era um tanto interessante, mesmo com todas as filas que você tinha que enfrentar. Era fila para tudo: o simples fato de querer se locomover resultava em uma fila de pessoas à sua frente que você tinha que acompanhar. Comprar um pão de queijo de quatro reais, por exemplo, era uma ação que te tirava pelo menos uma hora.
Passamos uma hora e meia em uma dessas para brincar com o novo sistema de jogos da Nintendo, o Wii U. Sua diferenciação era o controle ser um tablet. Uma experiência realmente gostosa.
Entrei no ambiente fechado onde se encontravam os jogos completamente tímida, de braços cruzados e disposta apenas a observar. Os staffs, no entanto, foram bem gentis comigo e me intimaram a jogar. Joguei o Mario Bros com mais quatro pessoas ao mesmo tempo e um jogo muito gracinha chamado Wonderful 101, do qual matei um monte de monstros e fiquei sorrindo o resto do dia pois achei que não seria capaz de aprender a jogar em 2 minutos.
No local também existiam competições do jogo League of Legends, com direito a narrador Galvão-Bueno-feelings e torcida à altura. Demos de jogos que ainda não foram lançados eram disponibilizados em alguns estandes, que estavam extremamente esquipados e bem designados, alguns com estátuas de vários metros dos personagens dos jogos.
Jogos como Assassin’s Creed 3, Need for Speed Most Wanted, Halo 4, dentre outros, eram facilmente encontrados no lugar.
Eu, particulamente, fiquei apaixonada pelo estande do Just Dance 4. Não piscava enquanto assistia às competições de dança que aconteciam no palco emprovisado, onde quatro jogadores podiam dançar sincronizados e o melhor deles ganhava uma camiseta oficial do jogo.
Se eu joguei? Não, não tive coragem. Mas a estratégia de marketing funcionou: estou ansiando para ter esse jogo pro meu Wii.
Me aventurar e ir nesta feira me provou que o videogame só fica cada vez mais incrível, cada vez mais sem faixa etária, cada vez mais amplo e sem gênero. Mesmo assim, eu ainda prefiro um bom Mario Bros à um jogo de cortar as pessoas pela metade e explodir suas espinhas dorsais com as mãos, demo de um jogo do qual meu namorado quase teve um treco ao ver...







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